Os que seguem a JESUS

30 outubro 2010

Os sete pecados capitais


Amanda, como fazia todos os dias, voltava para casa após um dia estressante de trabalho, mente divagando entre vários pensamentos, mas uma conversa que ouvira entrecortada no escritório não saia de sua mente: dois de seus colegas de serviço, conhecedores da palavra de Deus , debatiam suas opiniões, debatiam sobre os pecados capitais: gula, preguiça, luxúria… luxúria… Bem, eram sete, mas ela no momento se lembrava apenas desses. Decidiu esquecer esse assunto, já estava quase em casa, começou a procurar suas chaves. Na porta de casa Amanda só pensava em tomar um banho e cair no sofá para descansar, mas, quando abriu a porta, ela se deparou com várias pessoas estranhas lá dentro. Amanda se assustou, mas um homem muito musculoso logo se adiantou a falar:
- Não temais Amanda, somos tão ou mais velhos que o mundo, e estamos aqui, eu e meus amigos, para que você escolha um de nós para sair definitivamente de sua vida. Eu sou a Preguiça…
Amanda, não esperando seu interlocutor terminar indagou prontamente:
- Preguiça? Mas você não parece preguiçoso… Tem o corpo de quem malha e se esforça diariamente.
- Justamente, sou forte como um touro, e por isso mesmo peso e muito nos ombros de quem sucumbe a esse pecado.
Nesse momento, uma velha decrépita, encurvada, enrugada e de aspecto péssimo se aproximou e começou a falar:
- Eu sou a Luxúria. Destruo famílias, perverto homens, mulheres e crianças. Trago junto comigo flagelos, doenças e a morte. – E prevendo um pensamento que corria a mente de Amanda , a luxúria se transformou em uma bela e jovem mulher de formas esculturais e disse: – Não há feiúra alguma para quem sucumbe à luxúria.
Imediatamente após a luxúria acabar de falar, um mendigo com roupas rasgadas, sujas e exalando mau cheiro levantou-se do chão e disse:
- Me chamam de Ganância. Muitos caem em desgraça, matam e abandonam seus entes queridos por minha causa. Tenho essa aparência, pois quanto mais eu tenho, mais eu quero ter, quando mais rico sou, mais cobiço a riqueza.
Antes que mais algum deles se pronunciasse, levado pela curiosidade Amanda perguntou a uma linda mulher, de corpo escultural que estava sentada em um sofá:
- Quem seria você?
- Eu sou a Gula. Muitos me imaginam gorda e feia, mas se fosse assim, seria muito fácil resistir a esse pecado. Quem sofre do meu mal nem o percebe.
Um velhinho sentado em uma poltrona lentamente se levantou e com voz calma e doce se apresentou:
- Eu sou a Ira. Alguns também me chamam de cólera, outros ainda de raiva. Tenho muitos nomes, pois sou o mais comum entre as pessoas. Sou tão velho que poderia ser considerado o avô da raça humana. Cidades e reinos inteiros foram destruídos por minha causa. Mas na maioria das vêzes tenho esse aspecto lento e tranqüilo, agindo dentro de você, lhe causando úlceras, cânceres e outras doenças mais…
Quando a Ira terminou de falar, chegou a vez de uma bela princesa, vestida de forma esplendorosa, coberta de jóias, ouro, pedras preciosas e uma bela coroa:
- Eu sou a Inveja, e ainda não tenho tudo o que quero. Habito tanto entre os ricos e entre os pobres de forma igual, pois surjo não do que se tem, mas sim do que não se tem, e pelo que é dos outros. Sou irmã da ganância, e nós duas somos madrinhas da tristeza…
Mas a Inveja não conseguiu terminar de falar, pois foi interrompida por um lindo menino que andara brincando pela casa enquanto os outros falavam:
- Venha, brinque comigo, sou o Orgulho. Só que não se engane com minha aparência, não sou puro e inocente. Posso ser tão destrutivo como os outros pecados…
Amanda estava atônita. No começo achou que aquilo poderia ser alguma brincadeira, ou até uma alucinação. Mas não, eles todos continuavam ali, esperando uma escolha dela. Poderia escolher qualquer um deles para sair de sua vida. Refletiu, pensou, ponderou todo seu conhecimento lógico para tentar descobrir qual seria a melhor escolha, mas finalmente resolveu ceder ao seu sexto sentido:
- Eu escolho o Orgulho para que saia da minha vida.
O Orgulho olhou pra ela não mais com o olhar de criança, mas sim com raiva e ódio. Levantou-se do chão e rumou-se para a porta, sendo imediatamente seguido por seus seis amigos. Esperou que todos saíssem, virou-se para Amanda e disse, agora com uma voz poderosa e imponente:
- Fizeste a escolha certa ao tirar o Orgulho de sua vida: Onde não há orgulho, não habita a Preguiça, pois os preguiçosos são aqueles que se orgulham de nada fazer para viver, não percebendo que simplesmente perdem sua vida nada fazendo.
Nesse momento Amanda estava surpresa, mas o Orgulho continuou:
- Sem Orgulho não há a Luxúria, pois os luxuriosos se orgulham de seus corpos, e se consideram merecedores de seus atos. Não há também a Ganância, pois quem se entrega a esse pecado tem orgulho das poucas migalhas que juntam na terra, não percebendo que são meros instrumentos do próprio dinheiro e posses.
O Orgulho tomou um pequeno fôlego e continuou:
- Não existe também a Gula na vida dos que não tem orgulho, pois os gulosos se orgulham de sua condição, de suas mentiras para esconder e negar sua condição, tanto pra si, quanto para os outros.
- Não há a Ira – continuou o Orgulho – pois os irados são aqueles que se orgulham de serem perfeitos e não toleram a imperfeição alheia, e por fim não há a Inveja, pois os invejosos são aqueles que tem seu orgulho ferido por toda a felicidade, sucesso dos outros…
E quando terminou o Orgulho saiu porta afora. Amanda saiu correndo atrás, pois tinha algo a perguntar, mas quando olhou para fora não havia mais nada ali, e quando se deu conta Amanda estava com a mão na maçaneta, como se ainda não tivesse entrado em casa…

26 outubro 2010

Visita Inesperada

Ruth, olhou em sua caixa de correio, mas só havia uma carta.
Pegou-a e olhou antes de abri-la, mas logo a olhou com mais cuidado.
Não havia selo nem marcas do correio, somente seu nome e endereço.
Lendo a carta:
"Querida Ruth, Estarei próximo de sua casa no sábado à tarde e passarei para visitar-te.
Com amor, Jesus."
Suas mãos tremiam quando colocou a carta sobre a mesa.
"Porque o Senhor vai querer visitar-me? Não sou ninguém especial, não tenho nada para oferecer-lhe..."
Pensando nisso, Ruth recordou o vazio reinante nas estantes de sua cozinha.
"Ai, não! não tenho nada para oferecer-lhe! Terei que ir ao mercado e comprar alguma coisa para o jantar."
Buscou a carteira esvaziou o conteúdo sobre a mesa: US 5,40. "Bom, comprarei pão e alguma outra coisa, pelo menos."
Colocou um abrigo e se apressou em sair.
Um pão francês, um pouco de peru e uma caixa de leite... Ruth ficou somente com US 0,12 que lhe deveriam durar até na segunda-feira. Mesmo assim, se sentiu bem, saiu a caminho de casa com sua humilde compra debaixo do braço.
- Olá, senhora! pode nos ajudar?
Ruth estava tão distraída pensando no jantar, que não viu as duas pessoas que estavam de pé no corredor.
Um homem e uma mulher, os dois vestidos com pouco mais que farrapos.
- Olhe, senhora, não tenho emprego, e minha mulher e eu temos vivido ali fora na rua está fazendo frio e estamos sentindo fome, e se a senhora pudesse nos ajudar, ficaríamos muito agradecidos...
Ruth olhou para eles com mais cuidado. Estavam sujos e tinham mal odor e, francamente, ela estava segura de que eles poderiam conseguir algum emprego se realmente quisessem.
- Senhor, eu queria ajudar, mas eu mesma sou uma mulher pobre. Tudo que tenho são umas fatias de pão, mas tenho um hospede importante para esta noite e planejava servir isso à Ele.
- Sim, senhora, entendo. De qualquer maneira, obrigado.
O homem colocou o braço em volta dos ombros da mulher e se dirigiram para a saída. À medida que os via saindo, Ruth sentiu um pulsar familiar em seu coração.
- Senhor, espere!
O casal parou e voltou à medida que Ruth corria para eles e os alcançava na rua.
- Olhe, quer aceitar este lanche? Conseguirei algo para servir ao meu convidado.
E estendeu a mão com o pacote contendo o lanche.
- Obrigado senhora, muito obrigado.
- Obrigada, disse a mulher e Ruth pode perceber que ela estava tremendo de frio.
- Sabem, tenho outro casaco em minha casa, tome este.
Ruth desabotoou seu caso e o colocou sobre os ombros da mulher e sorrindo voltou a caminho de casa... sem seu casaco e sem nada para servir ao seu convidado.
- Obrigado senhora, muito obrigado.
Ruth estava tremendo de frio quando chegou na porta. Agora não tinha nada para oferecer ao Senhor. Procurou a chave rapidamente na bolsa enquanto notou outra carta na caixa de correio. "Que raro, o carteiro nunca vem duas vezes em um dia." Pegou a carta e abriu-a:
"Querida Ruth, Foi bom vê-la novamente. Obrigado pelo delicioso lanche e obrigado também pelo esplêndido casaco.
Com amor, Jesus."
O ar continuava frio, mas ainda sem seu abrigo, Ruth nem percebeu...

Autor Desconhecido


24 outubro 2010

Filme _ Os Debatedores


O drama “Os Debatedores”, dirigido e protagonizado pelo ator evangélico Denzel Washington, relata uma das épocas mais duras e cruéis da história americana, quando o país vivia sob um duro regime de segregação racial. Em 1935, no Wiley College, o professor Melvin Tolson (Denzel Washington) monta um time de alunos brilhantes para participar do campeonato nacional de debates entre escolas. Depois de muitas dificuldades para encontrar os estudantes ideais e enfrentar a luta contra a desigualdade entre negros e brancos, ele consegue, enfim, formar uma equipe de jovens bem diferentes. Uma vez que o time passa a debater contra outros colégios, o tema é sempre o mesmo: a diferenca social entre brancos e negros.

Historicamente, o filme é completo e mostra como os alunos se tornaram grandes lutadores pela causa negra e pela igualdade racial. Do ponto de vista cristão, chama bastante atenção a luta pelo mesmo objetivo entre dois homens diferentes: o determinado e cético professor Melvin e o determinado e espiritual Pastor James Farmer (Forrest Whitaker). Ambos têm o mesmo objetivo, porém o pastor milita com confianca e esperança em Deus, sendo prudente, meditando nas Escrituras e buscando o lado epiritual; e o professor tenta resolver tudo com suas próprias forças. O filme não traz pontos contrários à fé cristã, exceto uma cena de sexo não-explícito entre a jovem Samantha Booke (Jurnee Smollet) e Henry Lowe (Nate Parker).

A produção mostra a oposição entre os dois personagens principais, o professor e o pastor, que correm lado a lado por uma linha tênue: de um lado está a confiança em Deus e do outro o ímpeto humano. Ambos têm os mesmos objetivos, porém o professor Melvin representa o nosso lado carnal de querer resolver os problemas da forma que achamos melhor, ignorando os desígnios divinos. Não podemos esquecer que há muitos caminhos que ao homem parecem ser bons, mas seu fim não é o melhor. Já o pastor James deposita sua confiança no Altíssimo, a certeza de que Ele não está inerte

“Os Debatedores”(NOME EM INGLES) usa esse pano de fundo das lutas raciais/sociais para mostrar que somente uma comunhão íntima com Deus nos fará saber exatamente que decisões tomar diante dos problemas que enfrentamos no nosso dia-a-dia. É o Senhor quem nos dirá, em resposta às nossas orações, se temos que agir e qual é o momento exato para isso.

Postado por Adriana Rangel
do blog:
http://dicasdemulhervirtuosa.blogspot.com/






Chuvas de Bençãos

A minha vida vai passando;
os meus planos fracassam,
e as esperanças do meu coração se foram.
Jó 17.11






Como está o tempo esta manhã em sua vida?
É tempo de sequidão?
Então é o tempo oportuno para chuvas.
Tempo de ar pesado e nuvens negras?
É o tempo para chuvas.
“Farei descer chuvas de bênçãos”
Deus manda todo tipo de bênçãos.
As bênçãos de Deus vêm todas juntas,
como os elos numa corrente de ouro.
Aquele que dá a graça da conversão
dá também a graça do consolo.
Ele enviará ‘chuvas de bênção’.
Olhe para cima e abra as suas folhas
e flores à chuva do céu.

Senhor, Tu podes mudar o meu espinho em flor,
e eu desejo que o meu espinho seja uma flor.
Jó recebeu o brilho do sol,
depois da chuva – mas teria sido em vão aquela chuva?
Jó queria saber, e eu também quero,
se o brilho do sol não teve nada a ver com a chuva.
E Tu podes dizer-me Senhor,
a Tua cruz pode dizer-me.
Tu coroaste o Teu sofrimento,
seja essa a minha coroa.
Eu só poderei triunfar em Ti,
se conhecer o esplendor que há na chuva.
A vida frutífera busca tanto a chuva como o sol.

Lettie Cowman




A Parábola do Cavalo

"Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda.

Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado. O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o cavalo de lá. O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação, certificando-se que o animal não havia se machucado. Mas, pela dificuldade e alto custo para retirá-lo do fundo do poço, achou que não valia a pena investir na operação de resgate.

Tomou, então, a difícil decisão: Determinou ao capataz que sacrificasse o animal jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo.

E assim foi feito. Os empregados, comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo.

Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal a sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo.

Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que, finalmente, conseguiu sair!...

" Se você estiver "lá embaixo", sentindo-se pouco valorizado, e quando, certos de seu desaparecimento, os outros jogarem sobre você a terra da incompreensão, da falta de oportunidade e de apoio, lembre-se do cavalo desta história."

Não aceite a terra que jogaram sobre você, sacuda-a e suba sobre ela. E quanto mais jogarem, mais você vai subindo, subindo, subindo...

Sorrindo, sorrindo, sorrindo...


Autor: Desconhecido

'Que o cansado diga 'Força Tenho!' pelo Espírito de Poder que tirou Cristo de entre os mortos!'




22 outubro 2010

A Menina do Vestido Azul

Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Acontece que essa menina freqüentava as aulas da escolinha local no mais lamentável estado: suas roupas eram tão velhas que seu professor resolveu dar-lhe um vestido novo. Assim raciocinou o mestre: "é uma pena que uma aluna tão encantadora venha às aulas desarrumada desse jeito. Talvez, com algum sacrifício, eu pudesse comprar para ela um vestido azul."

Quando a garota ganhou a roupa nova, sua mãe não achou razoável que, com aquele traje tão bonito, a filha continuasse a ir ao colégio suja como sempre, e começou a dar-lhe banho todos os dias, antes das aulas. Ao fim de uma semana, disse o pai: "Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more num lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você ajeitar um pouco a casa, enquanto eu, nas horas vagas, vou dando uma pintura nas paredes, consertando a cerca, plantando um jardim?" E assim fez o humilde casal. Até que sua casa ficou muito mais bonita que todas as casas da rua e os vizinhos se envergonharam e se puseram também a reformar suas residências.

Desse modo, todo o bairro melhorava a olhos vistos, quando por isso passou um político que, bem impressionado, disse: "é lamentável que gente tão esforçada não receba nenhuma ajuda do governo". E dali saiu para ir falar com o prefeito, que o autorizou a organizar uma comissão para estudar que melhoramentos eram necessários ao bairro. Dessa primeira comissão surgiram muitas outras e hoje, por todo o país, elas ajudaram os bairros pobres a se reconstruírem. E pensar que tudo começou com um vestido azul. Não era intenção daquele simples professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse os bairros abandonados de todo o país. Mas ele fez o que podia, ele deu a sua parte, ele fez o primeiro movimento, do qual se desencadeou toda aquela transformação. É difícil reconstruir um bairro, mas é possível dar um vestido azul.

Fonte: Gardel Costa

Como consiguimos complicar tanto a nossa vida, e ela é tão simples.Néa

A Lição da Borboleta




"Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo, um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.

Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido mais longe que podia e não conseguia ir mais.

O homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha asas amassadas.

O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que a qualquer momento suas asas se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo; que iria se afirmar a tempo.

Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas.. Ela nunca foi capaz de voar..

O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através daquela pequena abertura, era o modo pelo qual Deus fazia com quem o fluído do corpo da borboleta fosse para suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, Ele nos deixaria aleijados. Nós nunca iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.

Eu pedi forças... e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte.
Eu pedi sabedoria... e Deus deu-me problemas para resolver.

Eu pedi prosperidade... e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar.
Eu pedi coragem... e Deus deu-me obstáculos para superar.

Eu pedi favores... e Deus deu-me oportunidades.
Eu pedi amor... e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar.

Eu não recebi nada do que pedi...
Mas eu recebi tudo de que precisava."

Autor Desconhecido


Essa mensagem se aplica em todas as fases de nossa vida em caso de enfermidade,em situações financeiras, brigas conjugais,enfim na adversidade em que você se encontra no final tudo se resolve se há enfrentarmos. Néa Beijocas no coração.

21 outubro 2010

O Jipe ___ Uma Lição De Fé

Um jovem cumpria o seu dever cívico prestando serviço ao exército,
mas era ridicularizado por ser cristão.
Um dia o seu superior hierárquico,
na intenção de humilhá-lo na frente do pelotão, pregou-lhe uma peça...


- Soldado Coelho, venha até aqui!
- Pois não senhor.
- Segure essa chave. Agora vá até aquele jipe e o estacione ali na frente.
- Mas senhor, o senhor sabe perfeitamente que eu não sei dirigir.
- Soldado Coelho, eu não lhe perguntei nada. Vá até o jipe e faça o que eu lhe ordenei...
- Mas senhor, eu não sei dirigir!
- Então peça ajuda ao seu Deus. Mostre-nos que Ele existe.
O soldado não temendo, pegou a chave das mãos do seu superior e foi até o veículo.
Entrou, sentou-se no banco do motorista e imediatamente começou sua oração.


"- Senhor, tu sabes que eu não sei dirigir. Guie as minhas mãos e mostre a essas pessoas a sua fidelidade.
- Eu confio em Ti e sei que podes me ajudar. Amém!"


O garoto, manobrou o veículo e estacionou perfeitamente como queria o seu superior.


Ao sair do veículo, viu todo o pelotão chorando e alguns de joelhos...
- O que houve gente? - perguntou o soldado.
- Nós queremos o teu Deus, Coelho. Como fazemos para tê-lo? - perguntou o seu superior.
- Basta aceitá-lo como seu Senhor e Salvador. Mas porquê todos decidiram aceitar o meu Deus?
O superior pegou o soldado pela gola da camisa, caminhou com ele até o jipe enxugando suas lágrimas.
Chegando lá, levantou o capô do veículo e o mesmo estava sem o motor!


DEUS CUIDA DOS SEUS E NÃO PERMITE QUE NINGUÉM NOS HUMILHE. SEJA VOCÊ TAMBÉM UMA SEMENTE DE JESUS E VOCÊ SEMPRE COLHERÁ VITÓRIAS!

Retirado do Blog:http://aureliomcgomes.blogspot.com/

19 outubro 2010

O Último Folheto


Todos os domingos à tarde, depois do culto da manhã na igreja, o pastor e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos evangelísticos.


Numa tarde de domingo, quando chegou a hora do pastor e seu filho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito. O menino se agasalhou e disse:


-'Ok, papai, estou pronto. '


E seu pai perguntou:


-'Pronto para quê?':


-'Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos. '


Seu pai respondeu:


-'Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito. '


O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:


-'Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?'


Seu pai respondeu:


-'Filho, eu não vou sair nesse frio. '


Triste, o menino perguntou:


-'Pai, eu posso ir? Por favor!'


Seu pai hesitou por um momento e depois disse:


-'Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado, filho. '


-'Obrigado, pai!'


Então ele saiu no meio daquela chuva. Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos evangelísticos a todos que via.


Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava todo molhado, mas faltava o último folheto. Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas. Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha. Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta. Ele esperou, mas não houve resposta.


Finalmente, este soldadinho de 11 anos se virou para ir embora, mas algo o deteve. Mais uma vez, ele se virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta bem forte. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda. Ele tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar. De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. Ela perguntou gentilmente:


-'O que eu posso fazer por você, meu filho?'


Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este pequeno menino disse:


-'Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR. '


Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora. Ela o chamou e disse:


-'Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!'


Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o papai Pastor estava no púlpito. Quando o culto começou ele perguntou:


- 'Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?'


Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé. Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia em seu rosto.


- 'Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. Vocês sabem antes do domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver.


Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas para o sótão da minha casa. Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço. De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu estava a ponto de saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou. Eu pensei:


-'Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora.'


Eu esperei e esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa que estava tocando também começou a bater bem forte. Eu pensei:


-'Quem neste mundo pode ser? Ninguém toca a campainha da minha casa ou vem me visitar. '


Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta, enquanto a campainha soava cada vez mais alta.


Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante e angelical que já vi em minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês! As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração, que estava morto há muito tempo, SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou com voz de querubim:


-'Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO. '


Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos.


Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto.


Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês veem - eu agora sou uma FILHA FELIZ DO REI!!!


Já que o endereço da sua igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO ao anjinho de Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno.


Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja. E quando gritos de louvor e honra ao REI ecoaram por todo o edifício, o papai Pastor desceu do púlpito e foi em direção a primeira fila onde o seu anjinho estava sentado. Ele tomou o seu filho nos braços e chorou copiosamente.


Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão glorioso como este e provavelmente este universo nunca viu um pai tão transbordante de amor e honra por causa do seu filho...


Exceto um. Este Pai também permitiu que o Seu Filho viesse a um mundo frio e tenebroso. Ele recebeu o Seu Filho de volta com gozo indescritível, todo o céu gritou louvores e honra ao Rei, o Pai assentou o Seu Filho num trono acima de todo principado e potestade e lhe deu um nome que é acima de todo nome.


Bem aventurados são os olhos que veem esta mensagem. Não deixe que ela se perca, leia-a de novo e passe-a adiante.


Lembre-se: a mensagem de Deus pode fazer a diferença na vida de alguém próximo a você.


Por isso...


- Me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS TE AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto.

Retirado do Blog:http://aureliomcgomes.blogspot.com/

Vamos votar com consciência


Amigos as eleições estão chegando e é nossa responsabilidade escolher nossos representantes de acordo com a lei de Deus.
"Pois quando um justo governa o povo se alegra mas quando o ímpio domina, o povo geme. Provérbios 29:2"
Vamos votar com consciência.

18 outubro 2010

Daniel na cova dos leões

A história de Daniel é uma história bastante interessante, pois ele era um rapaz, muito especial, o qual Deus amava muito, mas também ele temia ao Senhor, tentando agradar a Deus da melhor forma possível.

Aconteceu que no reinado de Dário, alguns, presidentes invejosos do carinho que o rei tinha por Daniel, tentavam de tudo para que Daniel fosse apanhado numa armadilha, para que o rei o condenasse.

Mas não puderam fazer mal algum a Daniel, porque ele era um jovem fiel e não havia nele erros nem culpas, para que o condenassem.

« Nunca acharemos ocasião para acusar o Daniel, ele é temente ao rei e a um Deus que nós desconhecemos.» disseram os que procuravam atraiçoa-lo. « Vamos tentar tocar naquilo em que ele é muito fiel, vamos fazer algo, que faça com que ele tenha de quebrar as leis do seu Deus.»

E assim aconteceu, aqueles homens maus planejaram algo terrível contra a fé do Daniel, e pela manhã foram ter com o rei, para dar-lhe a conhecer aquilo que tinham planejado.

«Salve ó rei Dário, que vive para sempre!» Gritaram entrando nos aposentos do rei.O rei sem se aperceber dos seus planos maus ouviu a opinião deles.

« Ó rei temos sábido que homens deste reino andam a pedir favores a outros governadores, e isso não é bom para um rei, pois retira toda a sua autoridade, por isso achamos bem vir alertá-lo acerca deste assunto e decidimos nós e todos os presidentes do reino, os prefeitos, conselheiros e governadores, em que o rei estabeleça uma ordem para que todo o homem, que durante trinta dias, fizer petição a outro Deus ou qualquer outro homem e não a ti ó rei, seja lançado na cova dos leões. Agora pois ó rei castiga o que não obedecer a este decreto, e assina a escritura, para que não seja mudada.»

E por causa do engano daqueles homens, o rei achou que seria bom que assim se fizesse e assinou aquela lei, esquecendo-se de que Daniel adorava o Deus que fez os céus e a terra, e que todos os dias ele abria as janelas da sua casa,e orava a Deus, três vezes por dia.

Daniel ao ter conhecimento do que se estava a passar, continuou orando ao seu Deus da mesma forma, três vezes por dia. Aqueles homens espiavam-no para ver a hora em que ele abria a sua janela e começava a orar.

Então ao ver que Daniel não obedecia á ordem do rei, mandaram chamar os guardas para que o prendessem e levaram-no á presença do rei dizendo:« Este Daniel, que veio de Judá, não faz caso daquilo que ordenaste a todos os homens, e continua fazendo a sua oração a um Deus estranho, sem respeitar o teu nome». O rei ao ver Daniel ficou muito triste, pois viu que tudo tinha sido uma armadilha daqueles homens, para prenderem o jovem que o rei amava tanto, e durante todo o dia e toda a noite o rei tentou arranjar uma forma de livrar o Daniel da cova dos leões.

Sem conseguir fazer nada para salvar Daniel, o rei ordenou que o julgassem na cova dos leões, mas antes de ele ir para lá o rei disse-lhe esperançado:« Eu desejo que o teu Deus a quem tu serves com toda a tua dedicação, te livre da boca desses leões esfomeados».

Então os guardas trouxeram uma pedra e fecharam a cova, o rei colocou a marca do seu anel na pedra, para que ninguém abrisse a cova. E foi para o seu palácio, passando a noite sem comer, sem ouvir música, e sem conseguir dormir, pensando naquilo que tinha acontecido com o Daniel.

Pela manhã o rei levantou-se apressado e foi a correr para a cova dos leões, chegando à cova gritou com uma voz triste:« Daniel, Daniel, servo do Deus vivo, por acaso o teu Deus a que tu serves dedicadamente, te livrou da boca desses leões?»

Então uma voz se ouviu dentro daquela cova: « Salve ó rei, que vive para sempre! O meu Deus enviou os seus anjos que fecharam a boca dos leões, para que não me fizessem mal algum, porque fui achado inocente aos olhos de Deus, e também contra ti ó rei não fiz mal nenhum». O rei ficou tão feliz por ver que o Daniel estava vivo e reparou que o leões brincavam com ele como se fossem gatos mansos, então ordenou aos guardas que tirassem o Daniel da cova.

« Que aqueles que armaram esta cilada contra o Daniel, sejam jogados dentro da cova dos leões, pois queriam matar o Daniel por causa da sua fé, mas agora podemos ver que o Deus que Daniel serve é o verdadeiro Deus, pois livrou-o da boca daqueles leões esfomeados».

E a bíblia nos diz, que ainda os homens maus não tinham caído no chão, já os leões os devoravam.

O rei então escreveu outra lei que dizia: « A todos os povos de outras línguas ou nações que habitam sobre a terra: Paz vos seja multiplicada! A partir do dia de hoje em todo o meu reino e em todos os meus domínios, os homens devem tremer e temer perante o Deus de Daniel, porque este sim, é o Deus vivo e que seja assim para sempre, pois o seu reino não será destruído e o seu domínio não terá fim, pois só Ele livra, salva e faz sinais de maravilhas no céu e na terra, e foi Ele quem livrou o Daniel da boca dos leões! Assim diz o rei Dário.»

E assim Daniel foi exaltado naquela terra pelo seu Deus, e viveu por muitos anos, prosperando, porque Deus era com ele.

O testemunho de Daniel é maravilhoso, pois podemos ver que na nossa vida por vezes acontecem situações muito complicadas, mas se permanecermos fiéis ao nosso Deus, então ele nos livrará, assim como Ele fez com Daniel, e também Ele nos exaltará pelo fato de termos sido fiéis a sua palavra mesmo numa situação tão aterradora como a de Daniel.

Quando você se encontrar numa situação difícil em sua vida confie em Deus e espere que Ele lhe dará vitória.



Fonte:
http://br.geocities.com/cefaneia

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